Embora não se tenha registro de quantdo e porque exatamente as pessoas começaram a tomar banho, existem registros de que na pré-história o homem já fazia construções especias para se banhar.
Um dos primeiros registros da utilização de um material semelhante ao sabão é datado de 1.500 a.c., uma combinaçõa simples de gordura animal e óleos vegetais.
Relatos bíblicos sugerem que os israelitas sabiam que a mistura de cinzas e óleo produzia uma espécie de pomada que podia ser utilizada para "limpar".
Os Romanos, 300 a.c. foram o povo da antiguidade que mais se importam com transformar o banho num evento, costruíndo termas públicas onde qualquer cidadão podia desfrutar dos prazeres do banho. Casas de banho suntuosas abrigavam grandes piscinas frequentadas por Césares e Phebeus. Com o declínio do Império, os Banhos também perderam gradativamente a populariedade.
Para os japoneses, e outros povos do oriente o banho é um ritual coletivo de hiegiene e convívio.
Na idade média, acreditem ou não, os médicos desencorajavam o banho, dizendo que ele retirava camada de proteção da pele. Mas é sabido que nesta época as idéias e condições de higiene não eram das melhores. Vale lembrar que a peste negra quse dizimou metade da população da Europa. Somente no séc XIX o banho tornou-se novamente um hábito, quando os Franceses Nicholaus Leblanc e Michael Eugene Chevreul aprimoraram as técnicas de fabricação de sabonetes. Mas pasmem. Ainda hoje , exceto pelo hábito de lavar as mãos, não existem muitas comprovações científicas quanto associação do banho com a prevenção de infecções . Existem cientistas que afirmam que mesmo sem tomar banho por alguns dias, a quantidade de bactérias na pele permanece estável.
Mas mesmo assim não existe nada melhor que um bom banho. Pois este muitas vezes é único momento do dia que é só seu, onde você se desliga do mundo, combate seu estress e relaxa.
Acenda umas velas, coloque uma boa música, use um sabonete bem cheiroso e aproveite!
* CINTHYA LAGATTA
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